Framework Scrum: Você está usando corretamente?
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Framework Scrum: Você está usando corretamente?

Scrum, para muitos, já não é novidade. É uma das metodologias ágeis com grande participação do cliente e entregas frequentes.

Ela vem sendo utilizada pela maioria dos desenvolvedores, acompanhado ou não por metodologias de registro de tarefas, como o Kanban.

Muitos artigos explicam, de formas diferente, o que é o SCRUM e falam sobre como ele deve funcionar.

Até aí parece muito simples: cargos, cerimônias, entregas e registro de tarefas regulares.

No entanto, eu percebo que ainda existe muito dificuldade na implementação de projetos, mesmo eles sendo ágeis — e até originários de grandes empresas.

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1 O framework Scrum e os projetos ágeis
2 As dificuldades de aplicação do framework Scrum
2.1 O Scrum Master
2.2 O Product Owner
3 Conclusão
O framework Scrum e os projetos ágeis
mulher escrevendo um plano de metodologia agil
A ideia de que projetos ágeis são mais “fáceis” de serem implementados é verdade até certo ponto.

A palavra mais adequada seria “claro”, pois a implementação do framework, mesmo ágil, requer disciplina e documentação, diferente do que muitos desenvolvedores podem pensar.

Mas se o processo é claro, o que está gerando dificuldade para os times SCRUM?

O ágil entrou para facilitar as burocracias e a objetividade de projetos tradicionais em ramos que o produto pode variar de acordo com o avanço do desenvolvimento.

No entanto, muitas empresas apresentam dificuldades para se organizarem mesmo dentro deste escopo.

Em algumas discussões com colegas desenvolvedores de diferentes empresas, foram levantadas reclamações quanto a falta de organização na prática do framework.

Os prazos mudam de acordo com a prioridade instável de stakeholders e product owners, e da falta de direcionamento de projetos.

Situações em que sprints são interrompidas por outro projeto ou demanda de maior valor ao negócio são comuns em projetos ágeis, devido ao fato de que não se tem planejado início, meio e fim do produto.

Em empresas maiores esse problema toma escalas proporcionais. Com vários stakeholders para gerar demandas frequentes, a priorização é ainda mais problemática.

Sendo assim, quem são os vilões dessa descentralização de demandas? Os stakeholders? Os Product Owners? Os Scrum Master?

>>Leitura Recomendada:
Metodologia Scrum: tudo o que um DEV precisa saber

As dificuldades de aplicação do framework Scrum
tablet com graficos na tela
Na verdade, o impedimento se encontra na hora da definição destes papéis, pois o SCRUM define as atividades de cada role e suas colaborações de forma clara.

Porém, na execução, é comum que estes papéis sejam representados por alguém alguém com outra função, como um desenvolvedor da equipe.

O Scrum Master, líder, facilitador da equipe SCRUM, comumente possui outra função prioritária, ou é representado por alguém que faz parte da equipe de desenvolvimento.

Ou seja, seu foco não está em remover impedimentos, guiar a equipe e realizar as cerimônias como indica o SBOK – Scrum Body of Knowledge (Corpo de Conhecimento Scrum).

Esse papel é fundamental no desenvolvimento ágil, ele é responsável por criar equipes auto-gerenciáveis a ponto de conseguirem levar a diante cerimônias, como Sprint Planning, Sprint Review e Retrospective sem seu auxílio.

O Scrum Master
O que ocorre, porém, é que esse role precisa entender muito bem sua função e se dedicar a passar seu conhecimento e cultivar a cultura ágil para sua equipe.

Quando falamos de capacitação, precisamos entender que somente adquirir este conhecimento não é o suficiente se não tivermos espaço de tempo para executá-lo.

Por isso é tão importante que o Scrum Master seja responsável exclusivamente da liderança de sua equipe.

Gosto de dizer que 80% do trabalho deste role é operacional e que agrega apenas 20% de valor ao negócio.

Em contrapartida, os 20% do seu trabalho em Sprint Plannings e outras cerimônias geram 80% do valor agregado ao negócio.

Ou seja, mesmo que a dedicação deste papel seja majoritariamente para operações de baixo valor para o negócio, o que ele performa, liderando as cerimônias, gera valores altíssimos e são fundamentais para as entregas.

Então, quem devemos responsabilizar, os Scrum Masters? Não.

Os demais papéis do SCRUM também precisam de maior capacitação em seus devidos roles.

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O Product Owner
O P.O., dono do projeto, precisa respeitar prazos e fomentar, junto à diretoria e stakeholders da empresa, a cultura ágil, além de gerenciar as demandas que entrega a sua equipe.

Cada role tem seu perfil e sua habilidade de desenvolver seu papel, de forma que um P.O., por exemplo, deve possuir boas skills de comunicação e um certo “jogo de cintura” para proteger os interesses dos stakeholders na entrega do produto e a forma como são desenvolvidas as entregas.

Já um Scrum Master, necessita um perfil ainda mais dinâmico, que consiga captar o feeling dos stakeholders entregues pelo P.O.

E, ao mesmo tempo, saber gerenciar e ter boa comunicação com a equipe, motivando os membros e verificando através das Daily Meetings, o cumprimento e o bom desenvolvimento do produto.